Nos despedimos hoje de um dos maiores desenhistas do nosso pais. Glauco. Ele deixará muitos fãs, um portifólio invejavel e uma história imortal. De #Los3Amigos as suas tiras espalhadas em revistas jornais e provinhas da vida… O Brasil tem muito do Glauco.. e perdendo o Glauco o Brasil perde muito. Adeus Glauco. Mesmo morto tu continuará vivo fera.
3.16.2010
3.11.2010
Ninguém Fala | Wwoof [2]
Finalmente! Consegui informações sobre como funciona, mas minha sede ainda não foi saciada. Existem duvidas que ainda ficaram mas são mais sobre a experiência em si do que como funciona. Mas acredito que uma das participantes do couch irá mais cedo ou mais tarde sanar.. Deixo aqui para vocês o texto que me mandaram.. Ótimo texto, pois resume de forma simples o inicio e funcionamento do Wwoof. Vale também a dica da Orkuteira Naty:
“
Experiência pessoal
Olá Iann e todos a quem possa interessar!
Tive uma experiência com wwooffng aqui no Brasil mesmo. Fui para uma fazenda chamada Estância Demétria, em Botucatu. Lá especificamente é uma fazenda de agricultura biodinâmica e uma comunidade antroposófica. Primeiro tive que pagar a taxa de anuidade do WWOOF Brazil e depois de quase 2 semanas recebi a lista. A lista consiste apenas do nome da propriedade agrícula, que tipo de propriedade é, cultivos, quantas pessoas vivem lá, onde vc se hospedaria e que tipo de ajuda daria. Os cadastros são preenchidos pelas prórpias propriedades e muitas não colocam grandes coisas, fica faltando informção. Outra coisa com a qual sofri foi achar na lista alguma que AINDA fizesse parte do programa. Muitas já tinham saído ou não estavam aceitando ajuda no momento. É um pouco chato ter que ficar procurando, ligando, etc. Mas uma hora vc acha um lugar que combine com vc. Outra coisa, cada lugar é diferente e a ajuda esperada é diferente. Sugiro que antes vá conhecer o local (se possível) e converse com as pessoas. Saiba o que é esperado da sua ajuda. Eu trabalhava 6 dias por semana, das 07:00 às 18:00h com 2h de almoço. Era puxado o trabalho e eles davam preferência pra pessoas que poderiam ficar pelo menos 6 meses. Eu fiz um acordo de ficar menos e aceitaram pq estavam precisando. Olha, trabalhei muito. Foi uma verdadeira experiência do que é a vida no campo. Não tinham luxo nenhum, mtos insetos, mto trabalho braçal e viver em comunidade. Foi bastante interessante, e cansativo hehe. Pra mim foi bem válido. Mas como disse antes, saiba o que esperam de vc antes de se atirar.
Espero ter ajudado!
Beijos!
”
(Arquivo de texto com nome: Wwoof)
2.28.2010
Ninguém fala! | Wwoof
No couchsurfing através de uma ou outra duvida quanto a endereços e locais aqui dentro do estado (MS - Fazenda Toshio) foi que ouvi falar no Wwoof! É um jeito bacana de viajar e aprender. Ainda não tenho muitas informações mas assim que me aceitarem na comunidade do orkut vou falar mais sobre. Por enquanto fiquem com a descrição oficial do Wwoof Brasil.
2.26.2010
Ninguém fala!: Padrão.
Padroniar.. ultimamente tem sido a palavra de ordem de muitas empresas e organizações mundo a fora.. A padronização serve muito para igualar a qualidade.. mas a atenção e origem da idéia veio em relocar as más filiais para patamares maiores.. Mais altos.. Mas a verdade é que acaba cortando as asas de quem já era alto e poderia voar mais.. E não vôa por não poder fugir dos padrões.. Padrão pra mim agora é mínimo.. Se segue um padrão de qualidade segue um mínimo de qualidade..
1.28.2010
Ninguém fala!: Como as mudanças climáticas afetam a sua vida?
Que a agricultura será prejuficada, que o número de catastrofes vão aumentar e etc (sim.. preguiça de citar..) todos já sabem.. mas fuçando na net achei algo interessante.. Uma visão maior para clima.. tem tanto clima p/ nos preocupar!!:
Como as mudanças climáticas afetam a sua vida?
Um outro jeito de lembrar e ver que as mudanças climáticas afetam nossas vidas de diversas formas.. Muitas tão simples que talvez você nem enxergue. Show de bola!
1.17.2010
Ninguém fala! – Kindle ou livro digital
O Kindle é o livro digital lançado pelo site de vendas (e-commerce) chamado Amazon. Desacreditado de inicio o Kindle foi tomando conta do mercado americano e hoje já caminha rumo ao sucesso mundial. Por enquanto é um projeto não muito falado.. Não é um ‘orkut’ da tecnologia mas promete mudar o jeito que lêmos nossos livros! Sim!
Claro que como tudo no mundo da tecnologia o kindle é suspeito.. Então a melhor coisa a fazer quando duvidamos é consultar quem já tem! Não conheço ninguém.. a maioria do povo do meu estado não é fã de modernindade.. :( Então procuramos referências na internet! Achei um comentário bem feito sobre o Kindle.. falando praticamente.. tudo! O site é o editoraplus. Eis o link. Ninguém fala mas eis ai! O provavel futuro sendo ignorado. Ah! A google promete entrar neste mercado vendendo livros mais baratos.. Será?! será?!
Ninguém fala! – A Gratuidade na internet
Um bom site para baixar livros e revistas é o ebookgratis , mas nele achei um artigo interessante sobre “A Economia do Gratuito”. Tema que serve para artigo universitário na área de tecnologia fez com que eu fala-se sobre.. aqui no blog.. Afinal.. Ninguém fala! Mas a verdade é que adoramos algo gratuito e a internet no mundo on-line brasileiro vive muuito de gratuidade. Chris Anderson, escritor entrevistado no ebook cita o Brasil como um país emergente que é exemplo na economia do gratuito. E vi que é real. Não mano.. Não vou escrever o que entendi.. Mas o link está ali em cima! Leiam! O que eu não poderia deixar de falar é isso!: A economia do futuro tem muito haver com a Economia do Gratuito!
Brasil quer evitar posse de terras na Amazônia
THE NEW YORK TIMES
Alexei Barrionuevo
Vila dos Crentes (Brasil)
Raimundo Teixeira de Souza chegou a este abafado local na Amazônia há 15 anos, buscando uma terra. Ele comprou 8 hectares, segundo afirmou, mas fazendeiros mais poderosos, que percorrem esse território selvagem com rifles pendurados nas costas, os forçaram a vender grande parte da terra por uma mixaria.
Depois, alguém baleou e matou o enteado de Souza, de 23 anos, no meio de uma estrada da vila, há dois anos, segundo moradores locais. Ninguém foi preso. Na verdade, o novo chefe da política não tem registro de que o crime chegou a ser investigado pelo seu antecessor. Não é uma surpresa, segundo o chefe policial, considerando que ele tem apenas quatro investigadores para cobrir uma área de grilagem desenfreada e desmatamento do tamanho da Áustria.
"Estamos sendo massacrados", disse Souza, 44 anos, líder de uma associação de moradores local. "Só queremos trabalhar e criar nossos filhos".
Raimundo Teixeira de Souza, mostra documento de seu enteado, que foi morto, provavelmente em uma disputa de terras, em Vila dos Crentes. Impunidade e falta de lei imperam na região
Tem sido assim há décadas, dizem os moradores. Por toda essa enorme região da Amazônia, o estado praticamente é inexistente, seja na forma de policiais ou registros de propriedade de terras, dando espaço para uma cultura desafiadora de tomadas ilegais de terras, muitas vezes realizadas com a ajuda de um cano de espingarda.
Porém, usando uma nova lei, o governo do Brasil está tentando impor ordem neste território muitas vezes sem lei e, no processo, possivelmente lidar com uma preocupação global bem mais ampla: o desmatamento e a ameaça das mudanças climáticas que vem com ele.
Pela primeira vez, o governo brasileiro está estabelecendo formalmente quem é dono de milhares de hectares por toda a Amazônia, permitindo-o rastrear quem é responsável pelo desmatamento da floresta para extração de madeira e criação de gado - e quem deveria ser acusado quando isso é feito de forma ilegal.
"O governo finalmente vai saber de quem é essa terra, e quem é responsável pelo que acontece ali", disse Thomas E. Lovejoy, da diretoria de biodiversidade do Heinz Center for Science, Economics and the Environment, em Washington.
Esta região no estado do Pará é o pior lugar de destruição da floresta do Brasil, e ambientalistas esperam que a nova lei, aprovada pelo congresso brasileiro em junho do ano passado, ajude o governo a finalmente fiscalizar seus limites oficiais em relação ao desmatamento das terras.
No entanto, é uma missão enorme e complicada. Registros de desmatamento de propriedades existem para menos de 4% da terra em mãos privadas por toda a Amazônia brasileira, afirmam membros do governo. Aqui no Pará, descobriram falsos títulos para cerca de 130 milhões de hectares, quase o dobro da quantidade de terra que existe de fato, segundo oficiais federais.
Enquanto pequenos fazendeiros como Souza estão colocando suas esperanças na lei, muitos latifundiários afirmam terem sacrificado muito sangue e suor por burocratas em Brasília, a capital, para forçar novas regras.
"Tudo que temos hoje foi construído a partir do nosso próprio desejo de trabalhar", disse Jorgiano Alves de Oliveira, 68 anos, que cria gado e planta cacau em cerca de 240 hectares.
O problema começou com a ditadura militar nas décadas de 1960 e 1970, que convidou pessoas a ocupar a Amazônia, mas exigiu que eles limpassem as florestas para ter acesso a terra e crédito.
As crescentes críticas às políticas do Brasil em relação à Amazônia levaram o governo civil da década de 1980 a desenvolver leis que, pelo menos no papel, estavam entre as que mais protegiam as florestas no mundo. Entretanto, com a rara presença de autoridades para fiscalização, as leis não ajudaram a acabar com a posse desenfreada de terras.
"Este caos de insegurança legal foi a base mais importante para os incentivos perversos na Amazônia para pilhar, em vez de preservar ou desenvolver, e a constante incitação à violência", disse Roberto Mangabeira Unger, ex-ministro de assuntos estratégicos que ajudou a desenvolver a nova lei das terras.
De acordo com a nova lei, que se aplica a mais de 60 milhões de hectares, o governo irá conceder terrenos de até 100 hectares gratuitamente para assentados. Propriedades maiores serão vendidas a preços variados, com ou sem leilões públicos, dependendo do tamanho. As propriedades maiores de 2.425 hectares não poderão ser vendidas sem um ato explícito do congresso. Até agora, os assentados registraram cerca de 4% da terra separada pela lei, segundo oficiais do governo.
Vaqueiro cuida de gado próximo de São Félix de Xingu, em foto de 15 de novembro de 2009
Desde os dias da ditadura, essa grande região no estado do Pará, conhecida como São Félix do Xingu, tem atraído colonos resistentes e exploradores em busca de terra barata, bom solo e uma ampla gama de minerais e frutas raras da Amazônia.
Porém, criminosos notórios também encontraram refúgio aqui. Leonardo Dias Mendonça coordenou um grande empreendimento criminoso em São Félix, que incluía uma frota de aviões usados para entregar armas a rebeldes colombianos em troca de drogas, antes de ser condenado, em 2003.
Disputas em São Félix eram resolvidas tradicionalmente com "muitas mortes", disse Waldemir de Oliveira, líder da associação agricultora de São Félix. "Era a lei do mais forte", disse Oliveira. "Fazendeiros colocavam guardas no perímetro de suas terras e ninguém entrava. Quem entrava tinha de 'sair ou morrer'".
Oliveira e outros residentes afirmam que a violência está diminuindo, mas ainda é uma grande preocupação. Em novembro do ano passado, um dono de um bar local virou a mesa em quatro homens que chegaram para matá-lo em plena luz do dia, matando todos eles, disse João Gross, arquiteto da área.
Em Vila dos Crentes, o alto ruído de um gerador quase abafou uma recente reunião de moradores, em uma igreja. "Estamos começando a entender que temos de nos envolver com o reflorestamento e parar com o desmatamento", disse Souza.
No entanto, esses objetivos são ofuscados pela constante ameaça da violência. Moradores disseram que trabalhadores de uma fazenda ali perto estavam fazendo uma campanha de violência e intimidação para forçá-los a sair, até jogaram um químico tóxico de um avião sobre a área, matando peixes e animais.
Em maio de 2007, moradores encontraram o enteado de Souza morto na estrada, com muitos tiros. "Ninguém deve fazer inimigos aqui", disse Eder Rodrigues de Oliveira, 26 anos, que afirmou ter crescido com o enteado de Souza. "Todos aqui devem ser humildes".
Na delegacia mais próxima, a mais de 150km, Álvaro Ikeda disse que assassinatos eram comuns aqui, indicando uma pilha de arquivos contendo informações sobre 11 suspeitas de homicídio sobre investigação.
As testemunhas muitas vezes têm medo demais para denunciar. "Não posso garantir a vida da testemunha", disse Ikeda. "Não posso nem garantir minha própria vida".
Assim, o delegado decidiu morar na própria delegacia. Ele mantém um fuzil calibre 12 e um fuzil sempre à mão.
"Aqui, sempre estamos armados", disse ele.
Tradução: Gabriela d'Avila
1.13.2010
Ninguém fala!(?) Alcoolismo
1.10.2010
Ninguém fala!: Carona
Carona na minha cabeça sempre foi tão amadora.. Nada contra, ao contrário! Sou 100% a favor de caronas.. A violência com certeza impede da carona se tornar popular entre meus conterrâneos.. algo popular e costumeiro.. A galera que estuda na UCDB sabe como uma boa carona pode quebrar aqueele galho! Mas isso não pode ficar limitado a faculdade não.. Viajens intermunicipais, interestaduais em que sá internacionais! Sim.. “Rachemos a gazosa” e vamos embora!! Fora o lado social.. Put´s! Conhecer gente nova, ouvir coisas diferentes da costumeira ou como diz meu brother Marcos “ficar falando água!”.. mas mano! Carona é bom!! Quem tem carro vamos abrir a mente pô! Dê carona! E quem não tem, seja sem vergonha e peça! Tem tanta coisa boa por trás.. Economia nas finanças, poupa o meio ambiente, aumento do leque de amigos, economia de tempoo! Baaa!! Show de bola! A coisa é tão organizada por aí que há sites sobre isso e comunidades no orkut. Orkuteiros sul-matogrossenses podem acessar meu perfil e digitar nas minhas comunidades ‘carona’ que vai achar a comunidade de caroneiros de C.G.!
Tem sites também.. até mais abrangentes!: Carona Brasil, Carona Segura e Caroneiro.
E viva a carona!